O poeta Sebastião Milagre de Divinópolis, Minas Gerais

Milagre é divisor de águas na literatura divinopolitana. Ele transitou das estéticas clássicas (do soneto) aos experimentalismos a partir de 1963, apropriando-se do Modernismo e Vanguardas. Ele pertence à modernidade mineira com rastro marginal ou como entre-lugar para o intelectual latino-americano. Aqui se analisa parte de seu acervo como indícios e vestígios da memória do poeta que “nunca deixou sua terra”. A reflexão do poeta sobre a questão do sonho e da morte nos remete à Psicanálise e a Benjamin (1985): O Narrador – Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov.